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segunda-feira, 25 de junho de 2018
RELOGIO ITAU

A grande maioria dos CEOs (Chief Executive Officer) brasileiros (79%) está confiante no aquecimento da economia nacional nos próximos três anos. As expectativas positivas são reforçadas por 67% dos entrevistados, que não acreditam em grandes dificuldades para suas organizações atingirem o crescimento projetado. Em contrapartida, apenas 53% revelam confiança no aquecimento da economia mundial no próximo triênio. Essas e outras conclusões integram a pesquisa “2018 Global CEO Outlook”, conduzida pela KPMG, que entrevistou 53 CEOs no Brasil e 1.300 CEOs de distintos setores produtivos de muitas das maiores e mais complexas empresas do mundo, que analisaram o cenário atual e as perspectivas para o futuro.

“A nova edição desta pesquisa revela, mesmo diante das concretas e complexas adversidades enfrentadas no País, um sentimento de otimismo entre os executivos que estão à frente das companhias brasileiras. Entre as razões desse posicionamento corajoso, observa-se que os líderes estão estrategicamente preparados para enfrentar os novos desafios e confiam nas boas parcerias que souberam construir”, afirma o presidente da KPMG no Brasil, Charles Krieck.

A grande maioria prevê aumento moderado nas receitas no próximo triênio, com 87% estimando expansão de 2% ao ano. Evolução superior a esse patamar é prevista por 8% deles, que esperam avanço de 2% a 4%, e 4% deles indicando que poderão expandir suas receitas de 5% a 9% ao ano no próximo triênio. Sobre as diretrizes para alcançar resultados, 32% dos CEOs têm nas alianças estratégicas com terceiros o principal caminho. Com 21% das respostas, estão as fusões e aquisições e, depois, as joint ventures com 19%.

A pesquisa, realizada de 22 de janeiro a 27 de fevereiro de 2018, também questionou como os CEOs alcançarão o crescimento no próximo triênio, revelando que: 42% investirão mais em processos de detecção de inovação e disrupção; 42% deverão participar de investimentos corporativos; 40% pretendem investir em programas de aceleração ou incubadoras de startups; 38% pensam em investir em startups de inovação; 38% disponibilizarão produtos e serviços por meio de um provedor de plataforma online; 38% querem parcerias com provedores terceirizados de tecnologia de nuvem; 34% se integrarão com consórcios da indústria com foco no desenvolvimento de tecnologias inovadoras; e 32% planejam atuar em parceria com provedores de dados terceirizados.