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quarta-feira, 26 de julho de 2017
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Às vezes, é preciso pegar as próprias rédeas para dar uma nova direção, sem medo. E foi assim, com uma coragem de leão, que Roberto Martini, Matheus Barros e Luisa Martini, da FLAGCX, recompraram a participação do Interpublic. Em tempos duros de crise, nos quais a economia parece não reagir, a holding FLAG.CX se destaca por ser uma das poucas empresas no Brasil com lucratividade alta, apesar dessa crise. Agora, ao sol da publicidade brasileira, a FLAG.CX representa uma esperança, e como uma fênix que ressurgiu das cinzas, promete ser o grande exemplo para o mercado de que andar por terras desconhecidas ainda vale a pena.
O grupo declara independência se consolidando o maior grupo independente de comunicação da América Latina. Talento e vontade para conquistar o mundo eles tem para dar e vender. Agora é só contratar as pessoas certas para essa jornada.
Sem a pressão que o IPG colocava sobre rentabilidade das agências, e a meta de lucro acima de tudo, a turma liderada pelo casal Martini (Roberto e Luisa) e seu amigo Matheus Barros, tem tudo para conquistar de vez o mundo.
Certamente, ao meu, nosso ver, agora a meta do grupo será fazer da FLAG.CX o que ela sempre foi: um núcleo com os melhores talentos do mercado, um espaço de troca de informação, aberto a todas as possibilidades, um grupo de agências apaixonadas pelos clientes, e clientes encantados com a possibilidade de uma empresa querendo fazer algo realmente diferente.

O comunicado foi postado nesta terça-feira, 25 na fan-page da FLAG.CX. O Interpublic havia comprado a CUBO.CC em 2010. Hoje, outras empresas fazem parte da FLAG.CX, entre elas estão as agências Pong Dynasty ( A gente aqui ama muito a Pong ) e Mech, a consultoria Mesa & Cadeira, a empresa de relações públicas Soko, a de tecnologia Doubleft, a de ativação Hood, a produtora audiovisual The Kumite e a consultoria Mandalah.